quinta-feira, 14 de maio de 2009

Condomínios verticais com estrutura de clube

Há poucos anos a estrutura de lazer em condomínios verticais era voltada à sofisticação, como salões de festa pomposos. Hoje, a correria e a falta de tempo da vida moderna faz com que a busca seja por praticidade e comodidade.

Para atender às necessidades dos clientes, surgem os condomínios-clube, que oferecem espaços de lazer e entretenimento aos moradores.

De acordo com o proprietário da imobiliária Sílvio Iwata, empresa representante da construtora MRV para Maringá e região, Silvinho Iwata, o novo conceito elimina a necessidade de sair de casa para usufruir os benefícios como cozinhar para amigos, local para leitura, academia de ginástica e parque infantil.

Iwata destaca que as novidades vão além, como a garagem com isolamento acústico para as pessoas que gostam de som alto ou tocam instrumentos musicais.

Outra tendência, segundo o empresário, são as miniquadras para a prática do jogo de basquete entre pequeno número de amigos. “Hoje é difícil quem reúne muitos amigos, então, jogam dois contra dois, por exemplo, e a diversão está garantida”, comenta.

No caso das piscinas, o imobiliarista diz que em vez de construídas em coberturas, onde venta muito, são instaladas no chão em áreas cobertas e com climatização. “Assim, fica mais fácil de frequentá-las”, esclarece.

Para os amantes da sétima arte, o proprietário da Granado Imóveis, João Granado, destaca que a imobiliária e construtora tem dois novos empreendimentos com salas para exibição de filmes em telões.

“Hoje quanto mais benefícios puder agregar em áreas de lazer, melhor”, ressalta. Ele diz que a vantagem está no fato de não precisar buscar esses serviços fora do condomínio. “Fica tudo perto e mais seguro, sem a necessidade de se ter que se deslocar para ter acesso a esses serviços”, avalia.

Na onda de inovações, as mulheres também ganham. O gerente da Plaenge, Leonardo Fabian, ilustra que a construtora lançou empreendimentos com o chamado espaço mulher, que consiste em um minissalão de beleza. “Cada vez mais as mulheres trabalham fora e têm menos tempo para cuidar de si. Então, identificamos essa necessidade”, argumenta.

Fabian explica que os próprios condôminos decidem como vai ser o funcionamento. Segundo ele, há locais em que as mulheres agendam diretamente com um profissional, como manicure, massagista ou cabeleireiro.

Outra possibilidade é firmar convênio com um salão de beleza próximo do condomínio. “Aí o horário é agendado no salão e o atendimento feito no condomínio“, explica. O gerente comenta que as mulheres gostaram da novidade, porque evita tirar a privacidade da família no caso de receber esses profissionais na residência.

Em relação ao custo da taxa de condomínio, Iwata ressalta que pode até ter um acréscimo, mas compensa se comparado ao que gastaria com lazer em outros lugares. Além disso, algumas das opções citadas têm baixo custo de manutenção e as vantagens tornam a tendência economicamente inteligente.

Fonte: O Diário do Norte do Paraná

terça-feira, 28 de abril de 2009

Investidores mantêm mercado aquecido

Pesquisa realizada em novembro do ano passado - momento do anúncio da crise - apontou que 5 mil famílias maringaenses demonstravam interesse em comprar imóveis em 2009.

O levantamento indicou ainda que 76% das famílias afirmaram preferir imóveis localizados nos bairros. Outro dado relevante é que a maioria dos entrevistados pretendia investir até R$ 180 mil na compra da casa própria. O estudo ouviu pessoas de todas as classes sociais, residentes em todos os bairros da cidade.

A agência da Caixa Econômica Federal (CEF), que fica na Rua Santos Dumont, região central de Maringá, informa que em dezembro de 2008 havia 3.400 financiamentos de imóveis ativos na cidade. No ano passado, o banco liberou 703 contratos com valor médio de R$ 85 mil.

Neste quarto mês do ano, porém, a demanda por compra e venda de imóveis tem aumentado e a instituição financeira divulga que o valores mais procurados estão entre R$110 mil e R$130 mil.

De acordo com o proprietário da Bellakaza Negócios Imobiliários, Cleverson Manoel Costa a tensão e insegurança do primeiro momento da turbulência passaram e, agora, as pessoas procuram imóveis com calma e tranquilidade.

O empresário acrescenta que a 12ª Feira de Imóveis de Maringá e o programa habitacional do governo ajudaram a movimentar o mercado.

O delegado regional do Secovi, em Maringá, Junzi Shimauti, avalia que a maior procura por imóveis de até R$130 mil se deve ao fato de o programa conceder 100% do financiamento até esse valor. O imobiliarista destaca, no entanto, que há também uma demanda pela faixa de preço de até R$160 mil.

Para atender esses compradores, Cleverson Costa afirma que Maringá tem muitas unidades disponíveis nos diversos bairros, com exceção de áreas mais centrais, como as zonas 2,3,4, 5, 7 e Centro.

Shimauti ressalta que a demanda tem sido maior do que a oferta. De acordo com ele, esse é um sinal de que o mercado deve manter-se preparado para atender ao público. “O setor de imóveis não tem estoque e a produção exige um período de construção”, alega.

Ao prever grande movimento em decorrência dos benefícios concedidos pelo governo, Shimauti adianta que tem projetos para atender quem procura imóveis de R$80 mil a R$100 mil. “Vamos construir casas”, diz, informando que mesmo em fase de construção é possível realizar o negócio e fazer o financiamento.

Fonte: O Diário do Norte do Paraná

quinta-feira, 16 de abril de 2009

A 12ªFeira de Imóveis de Maringá animou os corretores, imobiliárias e construtoras

Quem visitou a 12º Feira de Imóveis de Maringá pode conhecer os lançamentos, imóveis de terceiros, financiamentos e consórcios de nossa região. O cenário atual de nossa região mostra que a crise até poderá passar por aqui, mas não deve provocar desaquecimento brusco no mercado. Maringá tem um mercado imobiliário dinâmico e cada vez mais percebe-se um crescimento no número de lançamentos de condomínios verticais e horizontais, loteamentos. Os financiamentos e consórcio de imóveis em Maringá também vem crescendo e ajuda a aquecer ainda mais o mercado de imóveis de terceiros.

Não tenho dúvida de que os profissionais do mercado imobiliário de Maringá obterão resultados positivos desse evento.

sábado, 28 de março de 2009

PROJETO HABITACIONAL: Prefeitura de Maringá realiza primeira reunião para construir seis mil casas no município

Iniciativa atende ao programa lançado nesta semana pelo Governo Federal para construir 1 milhão de casas em todo o país

O prefeito de Maringá, Silvio Barros, promoveu na tarde desta sexta-feira (27) a primeira renião com secretários da área técnica para discutir a elaboração do projeto para construir seis mil unidades habitacionais no município.

A iniciativa atende ao programa lançado nesta semana pelo Governo Federal para construir 1 milhão de casas em todo o país. O programa é dirigido a famílias com renda de até 10 salários mínimos, com maior foco nas que têm renda de até 3 salários.

No encontro com os secretários de Planejamento, Guatassara Boeira, e de Controle Urbano e Obras Públicas, Walter Progiante, o prefeito esclareceu que o Plano Nacional de Habitação será iniciado em abril e, portanto, a administração municipal tem prazo até o dia 14 para apresentar projetos para construir as seis mil unidades previstas, já que em todo o Paraná serão construídas 44.172 casas.

Em função do Governo Federal exigir a cessão de terrenos por parte dos municípios, para a construção das casas, Maringá vai pleitear um sistema de parceria junto ao Governo do Paraná.

“Da mesma forma, temos de criar uma força-tarefa para conduzir esses projetos e ver até que ponto a estrutura da Prefeitura suportará o andamento do programa, ou seja, de que forma vamos ampliar a nossa estrutura funcional que já cuida hoje de 180 unidades em construção”, explicou o prefeito.

De acordo com o projeto federal, o Plano Nacional de Habitação dará subsídio integral, com isenção de seguro, para as famílias com renda de até três salários mínimos. As famílias com renda de três a seis salários mínimos terão subsídio parcial nos financiamentos, com redução dos custos de seguro e acesso ao Fundo de Garantia.

Fonte: Prefeitura de Maringá

quarta-feira, 11 de março de 2009

CRISTO REDENTOR - O mais novo lançamento da Imobiliária e Construtora Sandri


A Imobiliária e Construtora Sandri apresenta seu novo lançamento: Cristo Redentor. Ele atenderá um público especial e é um produto raro no Centro de Maringá.

O Edifício Cristo Redentor será construído na Rua Arthur Thomas entre a Rua Piratininga e Av. Herval, perto de tudo e há uma quadra do Parque do Ingá.

O empreendimento terá:


Apartamentos com 2 dormitórios (Tipo 2)
* 2 vagas de garagens;
* 1 suíte com sacada;
* 1 dormitório;
* Sala e cozinha em ambientes integrados;
* Sacada com churrasqueira;
* Hidrômetro individual;
* Área privativa: 79,73 m²;
* Área total: 171,29 m².







Apartamentos com 1 dormitório (Tipo 1)
* 1 vaga de garagem;
* 1 dormitório;
* Sala e cozinha integrados;
* Sacada com churrasqueira;
* Hidrômetro individual;
* Área privativa: 40,82 m²
* Área total: 83,34 m².









Área de Lazer
* Salão de festas;
* Churrasqueiras;
* Play ground coberto e descoberto;
* Fitness;
* Jardins;










A obra será executada pelo sistema de condomínio a preço de custo.

Ligue (44) 3224-5632 ou 9103-7335 e obtenha mais informações com Samuel Machado ou pelo msn sabamachado@hotmail.com

Antecipe-se e reserve já o seu.

segunda-feira, 9 de março de 2009

Garantia do aluguel vai além do fiador

A Lei do Inquilinato prevê várias formas de assegurar; imobiliárias e proprietários de imóveis decidem quais adotar.

A Lei do Inquilinato prevê várias formas de assegurar o recebimento do aluguel; imobiliárias e proprietários de imóveis é que decidem quais adotar.
Um recente levantamento do Sindicato da Habitação e Condomínios (Secovi) revelou que cerca de um terço das famílias residentes em Maringá, moram em imóveis alugados. Diante desse cenário, cresce em importância, os instrumentos usados para garantir o recebimento do aluguel.
De acordo com o artigo 37, da Lei do Inquilinato, existem várias formas de garantias. São elas: fiador (a mais comum), seguro-fiança, título de capitalização, caução em dinheiro, caução em imóvel, carta-fiança e fiança bancária.
A gerente de aluguel da Granado Imóveis, Sônia Marina de Oliveira, diz que as imobiliárias e o proprietário têm liberdade para escolher os tipos de garantia que vão adotar. “Como podemos optar, as formas exigidas variam de uma empresas para outra”, afirma.

Seguro e título
Para contratar o seguro-fiança, o futuro inquilino deve contratar o serviço com uma corretora. Diante da solicitação, será feita uma análise de risco, renda e restrição cadastral. A cobertura básica inclui a inadimplência do aluguel e dos encargos, como por exemplo, o pagamento de condomínio.
Quando o inquilino se torna inadimplente, o proprietário tem um prazo de quarenta dias para comunicar a dívida. A partir daí, a seguradora tem que depositar as parcelas referentes ao valor do aluguel na data do vencimento até o fim do contrato. Nessa modalidade, o locatário não recebe o dinheiro de volta.
Na opinião da gerente da Granado Imóveis, quando ofertado, o título de capitalização é uma escolha melhor do que o seguro-fiança. “O título também é contratado com uma seguradora. É semelhante ao seguro-fiança, com a diferença de que o inquilino resgata o dinheiro, com juros e correção monetária, no fim do contrato”, justifica.

Caução
A caução em dinheiro é um depósito que o inquilino faz ao assinar o contrato com a imobiliária. O valor corresponde a até três aluguéis. O depósito é feito em uma em caderneta de poupança, em conta conjunta entre o locador e o locatário. No fim do contrato, o inquilino pode sacar o dinheiro, com juros e correção monetária.
Vale ressaltar que a caução sobre bens imóveis exige a devida averbação da matrícula do imóvel, no cartório de registro de imóveis.

Fiança
Na modalidade carta-fiança, a empresa em que o inquilino trabalha, por meio de uma carta garante o pagamento do aluguel e dos encargos, caso o locatário fique em débito com a imobiliária. No sistema fiança bancária, o banco assina um termo de responsabilidade em favor do correntista, em troca de uma porcentagem sobre o valor. A fiança bancária normalmente é usada por empresas que necessitam de uma garantia bancária para participar de concorrências.
Apesar de todas as opções de garantia, a maioria dos contratos de aluguel ainda é fechada utilizando o fiador. “Quem usa as outras modalidades é porque não tem fiador, sente-se constrangido em pedir um favor, ou vem de fora e não conhece pessoas na cidade. O fiador é a única forma que o inquilino não tem despesas”, declara Sônia Oliveira.

Fonte: O Diário do Norte do Paraná

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Vem aí a "12ª Feira de Imóveis de Maringá"

Já está sendo organizada a 12ª Feira de Imóveis de Maringá promovida pelo Secovi/PR através da Delegacia Regional de Maringá. A feira acontecerá nos dias 03, 04 e 05 de abril de 2009 no Centro de Eventos Araucária.
Imobiliárias, construtoras, bancos, empresas de consórcios, além de outros, estarão expondo seus produtos e será possível acompanhar de perto tudo o que está acontecendo no mercado imobiliário de Maringá.

Esta é uma grande oportunidade para quem deseja comprar imóvel ainda na planta, pensando em vender ou comprar um imóvel maior, obter informações e até mesmo pleitear um financiamento junto aos bancos, adquirir cotas de consórcio, enfim, fazer um bom investimento. Tudo isso num só local.

Para mais informações sobre a 12ª Feira de Imóveis de Maringá acesse: www.feiradeimoveismaringa.com.br

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Imóvel é investimento seguro, com retorno garantido

O atual contexto do mercado imobiliário vai resultar em uma avaliação mais criteriosa dos clientes sobre a qualidade dos empreendimentos e as possibilidades de acesso ao crédito oferecidas pelas construtoras e incorporadoras, já que especialistas do setor consideram o imóvel um investimento seguro.

Para o corretor da Granado Imóveis, Osiel Ramos Alves, a qualidade do produto é a ferramenta utilizada para conquistar o cliente.

“Hoje nós construímos condomínios de médio e grande porte e oferecemos aos investidores a preço de custo e com alto padrão de qualidade para conquistar os clientes”, afirma.

Segundo o diretor da Hestia Construções e Empreendimentos, Gustavo Selig, a alta na qualidade dos produtos será um dos principais reflexos da crise financeira no mercado imobiliário brasileiro. Selig não descarta uma leve retração ao longo do ano, porém não acredita em uma recessão do setor.

“Os clientes e consumidores podem continuar apostando no imóvel como uma das melhores opções para aumentar os rendimentos, porque a valorização deste bem deve se manter estável, em torno de 20% ao ano. Além disso, esse tipo de investimento é mais seguro do que a aplicação, pois se trata de um patrimônio”, afirma.

Mesmo com todo o noticiário falando em crise, isso ainda não foi percebido pelo setor imobiliário maringaense.

“Não sentimos efeito da crise. A procura continua alta. O que aparece vende, principalmente se a obra está no fim. Já vendemos nove empreendimentos, agora só temos um, os outros foram todos vendidos”, destaca Alves.

Fonte: O Diário do Norte do Paraná

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Ocean Park - Novo Centro



Já estamos comercializando o Condomínio Residencial Ocean Park que será na Av. João Paulino Vieira Filho entre as avenidas Paraná e Basílio Sautchuk, no Novo Centro de Maringá.

Informações do apartamento tipo:

* 03 dormitórios sendo 1 suíte;
* Sala para 02 ambientes com varanda com churrasqueira;
* Cozinha;
* Banheiro social;
* Lavanderia;
* Banheiro de serviço;
* 02 vagas de garagem;
* Área privativa: 91,60 m²;
* Área total: 148,87 m²;

Informações do edifício:

* Sala de fitness;
* Saunas feminino e masculino;
* Vestiários;
* Terraço;
* Piscina aquecida (com deck);
* Salão de Festas;
* Espaço Gourmet
* Espaço para brinquedoteca.

Projeto: Estevam Arquitetura & Construção

Ligue e reserve já o seu:
Empreedimentos Imobiliários Sandri
Samuel Bastos Machado
(44) 3224-5632 - 9103-7335
samuelcorretor@gmail.com

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Setor imobiliário diz não sentir efeitos da crise

Empresários garantem que o ano começou com bons negócios para o mercado imobiliário da cidade

Desde setembro do ano passado, o assunto mais comentado na mídia, em casa, no trabalho e nas rodas de amigos é a crise mundial. A maioria imagina que todos os setores da economia estão desaquecidos, mas isso não é verdade quando se fala no setor imobiliário maringaense. No mês de janeiro, a procura por compra e aluguel de imóveis tem sido grande.

Para o delegado do Sindicato da Habitação e de Condomínios (Secovi), de Maringá, Junzi Shimauti, os investidores de imóveis nos meses de novembro e dezembro observaram os caminhos que a crise iria tomar, mas isso não comprometeu a economia do setor. “Mesmo nesse período, a comercialização de imóveis com valor de até R$ 100 mil não mudou em nada. Eles continuaram a serem vendidos normalmente. Os números do setor em Maringá são acima da média nacional”, afirma.

Segundo o proprietário da Pedro Granado Imóveis, Pedro Granado, o mês de janeiro está sendo surpreendente, comparado a tudo que se fala na mídia. “O ano começou com muito mais movimento do que novembro e dezembro. O mercado está bom, com fechamento de vendas diários e o de aluguel também”, ressalta.

De acordo com o proprietário da Theodorado Imóveis, Alaor Theodoro da Silva, não existe crise para o setor imobiliário de Maringá. “A quantidade de negócios está no mesmo nível do ano passado para janeiro e fevereiro, meses em que as pessoas estão de férias. A preocupação de quem tem dinheiro é sair no mercado para comprar”, garante.

Sobre como será o ano do setor cada um dos entrevistados tem sua própria opinião, mas todos acreditam que ao menos o mercado vai se manter estável em relação ao ano passado. “As expectativas são boas para o ano, porque estamos dobrando o tamanho da tradicional Feira de Imóveis de Maringá. Não estamos preocupados com a crise”, diz Shimauti.

Segundo dados da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), o setor da construção civil foi o que mais criou vagas de trabalho em 2008 no Brasil, foram 90 mil novos postos, 10,3% do número de vagas criadas no ano.

Migração
Outro consenso entre os entrevistados é que uma parte da procura por imóveis neste começo de ano é de investidores que estão mudando o tipo de negócio, porque a crise afetou o mercado especulativo, assim como o de ações. “São pessoas que não pertencem à classe mas estão investindo por considerar que a moeda mais segura é o imóvel”, diz Theodoro.

Fonte: O Diário do Norte do Paraná

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Plaenge acredita no mercado imobiliário de Maringá

125 edifícios entregues rigorosamente dentro do prazo

A vinda da Construtora Plaenge à Maringá é uma das provas de que o mercado de imóveis em nossa região está em alta. A Plaenge com sede em Londrina atua também em Curitiba, Campo Grande e Cuiabá.

Há 38 anos atuando, a empresa tem uma estrutura sólida e ostenta o fato de nunca ter atrasado um obra desde sua existência além de contar com seguro de entrega da obra o que dá mais credibilidade à construtora e segurança a seus clientes.

O primeiro lançamento em Maringá trata-se do edifício Plaza Mayor na Av. Horácio Racanello próximo a Av. Pedro Taques e já possui outros terrenos na cidade para futuros lançamentos. A Plaenge conta com um apartamento decorado como modelo com medidas em escala real, dando ao futuro proprietário a dimensão real de como será seu apartamento.

A forma de vendas é a chamada venda a preço fechado o que mostra ao cliente comprador o preço total do imóvel, quanto ele irá desembolsar exatamente e quando vai pagar a última parcela.

Parabéns aos maringaenses, seja bem-vindo a Plaenge e bom trabalho.

Acredito que já é sucesso!

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Financiamento de imóveis para quem está fora do país

A Caixa Econômica Federal lançou no fim de novembro o Crédito Imobiliário para Emigrantes. A nova linha irá oferecer aos brasileiros que residem temporariamente fora do país a oportunidade de adquirir sua casa própria no Brasil.

O lançamento visa atender os anseios dos brasileiros que migram para o exterior e desejam poupar recursos financeiros para aquisição de casa própria, reafirmando a identidade da CAIXA como banco da habitação para todos os brasileiros. O projeto para emigrantes foi desenvolvido com o intuito de viabilizar o financiamento imobiliário, inclusive para quem não possui comprovante de rendimento.

O emigrante que não possui comprovante de rendimento poderá, por meio da abertura de uma Conta Poupança Emigrante, efetuar depósitos durante um prazo mínimo de 12 meses ininterruptos. Ao final deste prazo, poderá solicitar uma avaliação para obter um financiamento imobiliário.

A conta poderá ser aberta em qualquer agência da CAIXA, pessoalmente ou por procuração. Para abrir a conta é necessário ter no mínimo 18 anos completos, CPF ativo e regular, ser emigrante brasileiro nato ou naturalizado. No site CAIXA Internacional estão relacionados todos os documentos e procedimentos necessários para a abertura da conta e financiamento da casa própria no Brasil.

Para realizar os depósitos no exterior, o emigrante poderá efetuar ordem de pagamento por meio dos bancos correspondentes, que utilizam a rede SWIFT, ou dos bancos parceiros da CAIXA, cuja relação está disponível no site CAIXA.

FINANCIAMENTO – Após o período mínimo de 12 meses de depósitos ininterruptos na Conta Poupança Emigrante, o poupador terá até 60 dias para solicitar, em qualquer agência da CAIXA, a realização de uma avaliação para obter o financiamento imobiliário.

Podem ser financiados imóveis residenciais novos ou usados, limitados à quota de financiamento de 60% do valor da avaliação do imóvel ou inferior. O prazo de amortização é de até 180 meses.

As demais condições do financiamento serão as mesmas estabelecidas pelos programas habitacionais vigentes e operacionalizadas pela CAIXA, dependendo da existência de recursos financeiros no momento da concessão do crédito imobiliário.

O emigrante que possui comprovante de renda proveniente de trabalho realizado no exterior pode, imediatamente, seguir as regras existentes na CAIXA para clientes com renda comprovada. O cliente pode optar, ainda, pela comprovação da capacidade financeira por meio de depósitos na Conta Poupança Emigrante.

Fonte: Caixa Econômica Federal

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Caixa quebra recorde de financiamento

A Caixa Econômica Federal (CEF) superou as expectativas de crescimento e bateu novo recorde em financiamento habitacional. Até 28 de novembro foram assinados 446 mil contratos no valor de R$ 20,4 bilhões.

Isso representa um crescimento de 60% em relação ao mesmo período do ano passado, quando o banco alcançou R$ 12,7 bilhões. Até o fim do ano, a Caixa estima aplicar R$ 22,8 bilhões e chegar a marca dos 500 mil financiamentos.Em 2008, foram assinados 1924 contratos em média, por dia.

A CEF inicia 2009 com meta de superar os valores de 2008, mantendo as condições de financiamento, como prazos e taxas de juros.

Fonte: O Diário do Norte do Paraná

domingo, 7 de dezembro de 2008

Parceria entre imobiliárias torna o mercado mais dinâmico

Maringá é uma das poucas cidades onde as parcerias entre as imobiliárias ou corretores autônomos são uma realidade. Um exemplo de parceria e a mais comum é quando um corretor da imobiliária X possui um cliente comprador de apartamento em um determinado bairro da cidade, por um determinado preço, porém esse mesmo corretor não possui o imóvel desejado pelo cliente em seu cadastro de imóveis à venda. Diante dessa situação, o corretor vai a campo com o objetivo de buscar o imóvel solicitado pelo cliente e tentar fechar o negócio. No insucesso de sua busca, nem tudo está perdido. O corretor descobre que a imobiliária Y possui um apartamento que se encaixa exatamente às necessidades de seu cliente. Daí nasce a parceria.
O corretor então faz o contato com a imobiliária Y, apresenta o imóvel para o seu cliente e fecha o negócio, dividindo os honorários com aquela empresa.

Essa prática faz com que o mercado fique mais dinâmico e beneficia a todos: o comprador, canalizando sua busca em apenas um profissional evitando correr a cidade inteira e em contato com diversos corretores, perdendo o controle de quantas empresas já procurou; o vendedor, por ampliar o número de profissionais na venda de seu imóvel; os corretores, por agilizar o negócio, satisfazendo assim o comprador e o vendedor.

Com a ferramenta da informática, imobiliárias e corretores interligados em rede, acelera ainda mais as chances de negócios para o mercado.

Vale destacar que infelizmente isso não ocorre em todas as cidades. Maringá tem o privilégio de ter um mercado imobiliário dinâmico em função dessas parcerias. É vantagem pra todo mundo.

O sucesso dessas parcerias é fruto de outra prática benéfica dos corretores em nossa região: A EXCLUSIVIDADE DE VENDA.

Mas isso será tema para uma próxima ocasião.

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Como valorizam os imóveis em Maringá!


É interessante como os imóveis em Maringá valorizam de uma forma surpreendente. Acredito que alguns fatores contribuem naturalmente para essa valorização.
A beleza da cidade, por exemplo, com suas muitas árvores é sem dúvida um chamariz para as pessoas que querem sair das capitais ou grandes centros e estão em busca de um lugar mais tranqüilo e prazeroso de se viver sem abrir mão da comodidade que elas oferecem. Aliás, Maringá não deixa nada a desejar em relação a essas cidades.

Fundada pela Companhia Melhoramentos Norte do Paraná, Maringá foi projetada por Jorge de Macedo Vieira, o mesmo que projetou alguns bairros da cidade de São Paulo como o Jardim América. Visualizando uma cidade próspera, Jorge de Macedo Vieira desenhou ruas amplas, avenidas e praças, considerando suas características topográficas e tendo a preocupação com a preservação das áreas verdes e vegetação nativa. Como conseqüência do urbanismo moderno, foram estabelecidas as áreas residenciais, comerciais, industriais, etc. Previa abrigar uma população total de 200.000 habitantes em 50 anos, o que já foi ultrapassado.

Economicamente falando, Maringá ainda é movida pela agricultura, porém outros setores como a indústria (confecção, moveleira, agroindústria, alimentação, etc.) e o comércio também merecem destaque no seu desempenho econômico e também da região, além de ser um pólo universitário.

Em razão da beleza da cidade, seu planejamento e organização, seu crescimento econômico nos últimos anos, vêm despertando interesse cada vez mais de famílias e empresários para Maringá. Eu sou exemplo disso. Fui atraído pela beleza e a organização da cidade.

Quanto aos imóveis, Maringá tem valorizado muito mais do que algumas cidades do país e creio que essa valorização não é apenas conseqüência da boa fase econômica do país nos últimos anos, é fruto daquilo que foi plantado e planejado desde o começo por seus idealizadores e o trabalho forte de seus pioneiros.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Edifício Paris - Novo Centro - Maringá

Ainda restam pouquíssimas unidades do Edifício Paris:

  • 1 Suíte com sacada;
  • 1 dormitório com sacada;
  • Estar;
  • Jantar;
  • Varanda com churrasqueira;
  • Cozinha;
  • Área de serviço;
  • Hidrômetro individual;
  • Opção de 1 ou 2 vagas de garagem;
  • 74,40m2 de área privativa;
  • Hall de entrada com pé direito duplo;
  • Preço real de custo.
Localização: Av. João Paulino Vieira Filho - Novo Centro - próximo à Faculdade Maringá.
Para mais informações (44) 9103-7335